3 de março de 2009

Culturas e culturas

O Museu de História Natural está a promover uma exposição sobre o dinossáurio achado nos Andrés (Santiago de Litém). O tal achado arqueológico com alguns anos e que tem interesse para a investigação nacional e internacional. Um achado que deveria ser aproveitado, bastante mesmo, para projectar o nome do Concelho de Pombal. Mas não.
Enquanto a Câmara Municipal de Pombal não tiver sensibilidade para as questões culturais, vamos assistindo a passar ao nosso lado algumas oportunidades.
Senão vejamos.
Para além do «dinossáurio dos Andrés», temos um valioso espólio de achados arqueológicos (como é o caso das freguesias da Redinha [Cidade Roda] e Vermoil), um Marquês de Pombal (onde está o tão falado Centro de Estudos Pombalinos?), para além de outras situações, como também as Oliveiras Milenares de Pousadas Vedras (a morrerem de dia para dia). Para não falar também dos tão prometidos museus João de Barros e da Resina.
Estaremos a perder algumas verbas que o QREN nos poderia proporcionar?
Sabendo que a Associação de Defesa do Património Cultural de Pombal está inactiva, a Câmara Municipal já diligenciou no sentido de a fazer regressar a tempos de outrora? Ou não há interesse em tê-la como parceiro de algumas iniciativas?
O que tem feito o pelouro da Cultura nestas áreas?
Presumo que a resposta é feita com o apoio concedido (subsídios financeiros) às diversas colectividades/associações culturais do Concelho. Até mesmo àquelas que não têm, ou têm uma reduzida, actividade. É que esse tipo de política cultural dá votos. É populista, pois então.

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